Flanar Pela Cidade: Arte, Conexões e Transformações com Gisele | Antes de Paris
Flanar também é se permitir ser atravessada pelas histórias do caminho.
Depois de experimentar a Blusa Vira-Virô em novas composições no episódio anterior, Gisele seguiu flanando agora, guiada por encontros, arte e sutilezas urbanas.
A primeira parada foi a exposição A(mar) o mar, individual da artista @silvia.ruiz.art, que aconteceu no espaço @move_arte. O convite veio daquelas conexões que só o acaso organiza: uma conversa matinal na compostagem da @sajama.marajoara com @isabel_villalba. Assim, ela conheceu esse espaço de criação fora do circuito tradicional, uma comunidade de artistas formada por @anarey100, @marinalva.mrosa e @ritaheckert no coração do Brooklin.
A exposição é como um passeio em barquinhos sem motor: convida à pausa, ao silêncio interior, à contemplação. Um convite a desacelerar os pensamentos.
De lá, Gisele seguiu para o @sesc14bis, a convite de @patriciamdiez, para assistir à peça A boca que tudo come tem fome, da Companhia de Teatro Heliópolis.
Entrou sem saber o que viria. Saiu transformada.
A peça toca com beleza em temas duros como o cárcere e o sofrimento humano, revelando a potência que a arte tem de contar verdades com sensibilidade.
Porque flanar é mais do que andar, é deixar-se atravessar.
E depois de encontros como esses, a vida já não pode ser a mesma.





